sexta-feira, 11 de agosto de 2000

AO AMIGO DO AMOR

Mulher, amante
Que grande constante!
Dever-se-à conhecer o amigo do amor?

Pode até parecer loucura
Mas não se aproxime, por favor
Não se apaixone quem quer que for

Na vida, a mente se embola
As idéias se misturam
Por apenas esquecimento
Às vezes, num simples momento
Ou até num exagero de tempo

Viver ou morrer?
Viver paixões possíveis
Morrendo de amores impossíveis
O que é certo, afinal?

Acredite no que pensas...
Nem todos viraram loucos
A ponto de chegar a beira...
A beira do abismo, da ponte
A beira mar

Não a beira da loucura
A pnto de se afogar
As lágrimas afogam,
As mágoas matam
E o que resta da esperança?

Para mim, nada restou
O que fazer se o amor acabou?
Tá certo, pode ainda não ter acabado.
Mas o que ele é então, senão amado?
Talvez, até possa ser um coração solitário
Que se encontre ao meu, refugiado.

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